quarta-feira, 23 de maio de 2012

DO CENTRO AO COBAL DO HUMAITÁ, UMA SEXTA DE TRÊS.

A sexta-feira começou como um dia qualquer, espera, não sei se existe dia qualquer no Rio de Janeiro, muito menos na desafiadora e  bela empresa em que aprendo a cada dia. Porém é fato que seria mais um dia em que aprenderia coisas novas, com pessoas diversas, em um ambiente diverso. Os dias de trabalho tem sido muito bons, retiro desse cesto de bondades minhas queridas angústias e cobranças que me faço todos os dias. Um dos fatores fundamentais para meu desejo de fazer mais e mais vem de algumas pessoas especiais, que eu adoro estar perto, me acalmam, me fazem pensar que ainda existem pessoas desprovidas de um individualismo e competição sem olhos nem ouvidos, são loucas ao ponto de viajarem em meus devaneios, e eu obviamente vou às nuvens com o devaneio delas. Será que sou só eu que pensa que ser excessivamente racional é como, aqui tomo a ousadia de plagiar Einstein, "tentar resolver os problemas com o mesmo pensamento que usamos para criá-los?" Deixando essa carga de subjetividade crazy um pouco de lado, quero falar agora do pós trabalho. Estava eu com a Lari(amo essa menina com o mais puro dos sentimentos) em um andar da empresa que não o meu, e recebo uma ligação com um maravilhoso convite: vamos tomar um chopp? Perguntou a voz fofinha da Quel ao telefone, me atrevi a falar em Inglês só pra exercitar \O/. Então lá fomos nós tomar esse choppinho de leve, éramos 6 depois ficamos 7 sentados ali falando até do salmão psicanalítico, isso mesmo. Para saber mais só perguntando ao Beto nos comentários. Uma noite bastante agradável, tanto pelas pessoas que ali estavam, quanto pelo clima e o ar de novidade e descoberta. A certa altura da choppança algumas pessoas começaram a seguir rumo a sei lá onde, e ao fim ficaram 3, uma verdadeira sexta de três. Impressionante como estava me sentindo bem, parecia o prelúdio do que estava por vir, algo me dizia que aquela sexta seria inesquecível. Então fomos nós, após mais uns choppinhos perambular pelo Rio. Pegamos um taxi e lá fomos nós em busca de um caixa 24H, depois de rodar o centro inteiro e não encontrar, resolvemos desistir e seguir caminho para a Zona Sul, fomos para o Cobal do Humaitá. Um lugar super gostoso, aconchegante e pitoresco, sentamos para comer comida mexicana, e comemos muito, muito de verdade, foi uma festa. Uma atendente tentou estragar a nossa noite sendo excessivamente indelicada, mas nada poderia estragar aquele momento fantástico. Conversamos muito, falamos dos nossos crazy dreams, projetos etc. Em suma, foi uma noite pra lá de produtiva. A única coisa que posso afirmar é: há mais coisas do Centro do Rio ao Cobal do Humaitá que sonha nossa vã filosofia.


Forte abraço!

2 comentários:

  1. Minha tese de doutorado será sobre o relação psicanalítica dos salmões com a água doce !

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